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A INCÓGNITA CHAMADA FELICIDADE

A INCÓGNITA CHAMADA FELICIDADE

Passando por teorias, ingressando na ciência, suspirando filosofia e refletindo com a psicologia, a felicidade não tem definição certa, mas é melhor termos ela por perto do que assistir ela ficando mais longe.

peace_love_and_happiness-wallpaper-2560x1440.jpg Autor: Unknow

Quando se trata de felicidade, criamos inúmeras teorias, elaboramos hipóteses, mas no fim nada é comprovado. Citando Na Natureza Selvagem de Jon Krakauer: “Felicidade só é real quando a compartilhamos.” Será verdade? Ou será apenas mais uma teoria?

Em mundo tão movimentado, onde o tempo se tornou o volante da nossa vida, não conseguimos contabilizar em ações tudo o que pensamos e o que pretendemos. Em algum momento desejamos voltar no tempo e mudar pelo menos uma decisão que tomamos, entretanto uma única decisão influencia completamente toda a vida e devido a isso iniciamos uma busca incessante atrás dessa tal Felicidade. Uma palavra com sonoridade doce, um significado extremamente profundo e um conceito que praticamente não existe, pelo menos não cientificamente.

É possível encontrarmos inúmeras definições de felicidade, assim como também existem possíveis níveis de felicidade, podemos associá-la a um sorriso, a um acontecimento, paz, etc. O tema central de diversas religiões utilizam a felicidade como contexto para seus seguidores, a psicanálise bem mais direta diz que a felicidade é o principal objetivo do ser humano e a filosofia procura manter sua posição contemplando o equilíbrio. Traçar metas, criar planos, estipular objetivos, mentalizar sonhos são as principais ferramentas que criamos para construir a felicidade, mas e depois? Quando conseguirmos realizar tudo que queremos, alcançaremos o júbilo? E se não conseguirmos, o que faremos com essas ferramentas? Independente de religião, psicologia e filosofia, o ponto principal é que sentimos que estamos atrás de algo mutável ou podemos seguir a teoria de Einstein e acreditar que independente das escolhas de nossas ações, o futuro já aconteceu e nada podemos fazer para controlá-lo, para quem assistiu ao filme Interestelar esse conceito se torna bem evidente e extremamente intrigante.

Sendo assim, seja caminhando com a ciência ou agindo empiricamente, independente do que façamos, se a felicidade existe ou não, se somos diretamente responsáveis por ela ou se no final das contas nossas ações ignoram todas as consequências, vale a tentativa de fazer o que gostamos, de nos limitarmos ao nosso desconhecimento da ciência e de eliminarmos uma definição concreta e simplesmente aproveitar o momento.

 

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