No futuro, você vai fazer exames engolindo uma pílula robô

No futuro, você vai fazer exames engolindo uma pílula robô

(superinteressante)
POR Pâmela Carbonari

EDITADO POR Carol Castro

Se seu filho engolisse acidentalmente uma bateria, teria de correr ao hospital, tirar um raio-x e, se o objeto estivesse no estômago, precisaria passar por uma cirurgia para tirá-lo. E poderia ser pior: encarar uma cirurgia aberta no intestino.

Mas isso pode acabar. A nova invenção de cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts é bem menos invasiva.

No futuro, você vai fazer exames engolindo uma pílula robô
Leandro Lassmar
Delivery de doutores

Uma espécie de ímã embrulhado em intestino de porco e fechado em uma cápsula de gelo promete expulsar do corpo objetos engolidos acidentalmente. Ao chegar ao estômago, o gelo derrete, a sanfona se abre e o ímã gruda na bateria. Do lado de fora, com a ajuda de um campo magnético, médicos conseguem mexer nos objetos e levá-los mais rapidamente ao ânus. Assim, os dois invasores são expelidos mais rapidamente do organismo – sem qualquer cirurgia.

O próximo passo é encontrar um jeito para que o robozinho saiba o caminho de saída sem precisar de um empurrão dos médicos. E o sonho é ir mais longe: acabar com exames ainda mais desconfortáveis, como a colonoscopia, curar feridas e levar medicamentos diretamente a órgãos que estejam doentes.

Fontes: Daniela Rus e Kazuhiro Yoshida, MIT, Universidade de Sheffield e Instituto de Tecnologia de Tóquio

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Autor: fcrissilva

"Eu sou o tudo. Eu sou o Nada. Sou os livros que li, os momentos que passei, eu sou os brinquedos que brinquei, e os amigos que conquistei. Sou o amor que dei, e os amores que tive, as viagens que fiz, e os esportes que pratiquei. Sou minha matéria preferida, minha comida predileta, essa sou eu...eu mesma, será que vais entender? Sou o ódio resguardado, sou os sonhos realizados, os objetivos alcançados. Eu sou o meu interior, mas tambem meu exterior. Sou um conjuntos de fatores que você não pode entender. Sou a saudade, os abraços que já dei, eu sou o passado, mas também o presente e o futuro, sou os meus atos. Sou o perfeito, Mas também sou o imperfeito. Sou o contraste e a contradição. Sou a complexidade do mundo. SOU O QUE NINGUEM VÊ."

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