A EXPERIÊNCIA DO SENSÍVEL E A DIMENSÃO ESTÉTICA DA EDUCAÇÃO

A EXPERIÊNCIA DO SENSÍVEL E A DIMENSÃO ESTÉTICA DA EDUCAÇÃO

Uma constatação fria do silenciar nas relações me afeta. Isto ocorre nos lares, nos locais de trabalho e espaços de lazer. Temos cada vez menos acesso ao outro, ao contato, ao toque, ao acolhimento e à expressão de sentimentos. Para crianças sofrendo de solidão, babás e aparatos eletrônicos; raros são os momentos de estar junto com elas, compartilhar vivências, partilhar sentimentos, e essa ausência afetiva compromete a formação humana. Neste sentido, abordo neste artigo a importância da afetividade e da Arte na formação do homem integral integrado à vida.

A la vellesa, de Ramon Casellas, pl. Espanya (Girona) - By Enric - Own work, CC BY-SA 4.0 A la vellesa, de Ramon Casellas, pl. Espanya (Girona) – By Enric – Own work, CC BY-SA 4.0 (” target=”_blank” rel=”nofollow”>fonte).

Arte para humanizar o homem

“A sociedade contemporânea, chamada sociedade do conhecimento e da comunicação, está criando, contraditoriamente, cada vez mais incomunicação e solidão entre as pessoas. (…) O mundo virtual criou um habitat para o ser humano, caracterizado pelo encapsulamento sobre si mesmo e pela falta do toque, do tato e do contato humano. ” (Boff, 1999, p.11).

Duarte Jr. (1988) ao escrever sobre a importância da Arte na formação humana disse que esta torna-se essencial por exprimir e construir aquilo que está fora dos limites da razão discursiva. Lyra (1982) justificando o campo da Arte como sendo o estético, fala do duplo objetivo da obra de Arte: recriar a vida e interpretar o mundo, despertando prazer e/ou transmitindo informação. Já Goldberg (2006) sobre educação estética na formação do indivíduo, mostra a necessidade da construção de uma consciência estética.

“Autores afirmam que estamos vivendo num mundo anestésico, ou melhor, cada vez mais antiestético, um mundo em que não há preocupação com os sentidos, com a beleza e com a poesia cotidiana. A partir desta constatação podemos perceber a necessidade do desenvolvimento de uma consciência estética e, consequentemente uma educação que se preocupe com os sentidos e a sensibilidade”. (p.143).

Fundamentado nesses teóricos, discorro sobre a importância da Arte no processo de formação humana, isto, numa perspectiva de indicar o sentido pedagógico de formar seres íntegros, sensíveis e mais humanos. Penso que o indivíduo, numa experiência estética, busca fruir a beleza da Arte, porque nela ele encontra elementos significativos para aflorar suas subjetividades e educar seus sentimentos.

A experiência estética, alicerçada na experiência do belo e do lúdico, desperta os educandos para uma contextualização significativa da vida. Sobre isto, Duarte Jr. (1988) disse que ela é: “uma suspensão provisória da causalidade do mundo, das relações conceituais que nossa linguagem forja”. (ibid., p.91). Para ele, essa diferença perceptiva que se dá na experiência da beleza, intrínseca à dimensão formativa da Arte, suscita a imaginação, dirige e orienta o indivíduo ao conhecimento, afirma ele:

“A imaginação é o voo humano, desde a facticidade bruta onde estão presos os animais, até a construção de um universo significativo. Portanto, podemos concluir que o ato do conhecimento e da aprendizagem é, em sua essência, dirigido e orientado pela imaginação”. (ibid., p.47).

A importância da Arte na educação está no poder de capacitar-nos para compreender e organizar nossas ações. Ela ajuda-nos a familiarizar-se com os sentimentos, que, no entender do autor, são básicos para agirmos no mundo.

“Ao manter-se em contato com a produção artística de seu tempo e sua cultura, o indivíduo vivencia o “sentimento da época”, isto é, participa daquela forma de sentir, comum a seus contemporâneos. Um problema fundamental em nossas culturas polissêmicas é justamente a dificuldade de se conseguir, entre os inúmeros sentidos, uma visão do todo cultural. A Arte pode, então, vir a fornecer as bases (a nível de sentimento) para que esta visão seja conseguida. ” (Ibid., p.109).

A Arte proporciona funções importantes para que o homem possa compreender as realidades que o circunda: tocar, desenvolver e educar a dimensão do sentimento, potencializar a imaginação, suscitar a compreensão expressiva dos sentidos; sensibilizar para a percepção do não vivenciado no cotidiano; depreender o significado cultural da educação; compreender os sentidos culturais alienígenas e despertar para o elemento utópico envolvido na criação artística.

strong>A dimensão do sensível na formação humana

“Pela palavra, o universo adquire um sentido, e o homem pode vir a conhecê-lo, emprestando-lhe significações. Portanto, na raiz de todo conhecimento subjazem a palavra e os demais processos simbólicos empregados pelo homem” (ibid., p.15).

Não existe uma só realidade; nós vivemos realidades, Duarte Jr. (2004). O mundo de cada um é lógico a partir do seu ponto de vista simbólico. É por conta disto que o homem transcende o físico e o biológico, para tomar o mundo e a si próprio, como objetos de sua compreensão. Esse conhecimento surge das relações onde o sentir e o simbolizar se articulam e se completam nos processos. Para o autor a linguagem surge para que o homem possa compreender e conhecer a vida: “A linguagem é o nosso mais profundo e, possivelmente, menos visível meio ambiente” (Postman & Weingartner, 1974. loc. cit., p.123, apud, ibid., p. 15).

Duarte Jr. (1988) reafirma que nesse diálogo interdimensional existe um envolvimento de percepções e estados afetivos que se dão anteriores ao pensar. Na sua concepção, há sempre uma região que fica fora do alcance do pensamento e da linguagem: o sentimento humano. Para ele: “O sentir é anterior ao pensar, e compreende aspectos perceptivos (internos e externos) e aspectos emocionais. Por isso pode se afirmar que antes de ser razão, o homem é emoção”. (p.16).

Não obstante, o autor ele diz que o conceito de realidade é bastante complexo e merece reflexões filosóficas aprofundadas: “[…] toda construção humana, seja na ciência, na arte, na filosofia ou na religião, trabalham com o real, ou têm nele o seu fundamento ou ponto de partida (e de chegada). ” (ibid., p.12). Para Duarte Jr., os homens precisam compreender que a realidade não é algo ofertado aos olhos dos espectadores, mas, antes, construída por eles:

em>“O homem não é um ser passivo, que apenas grava aquilo que se apresenta aos seus sentidos. Pelo contrário: o homem é o construtor do mundo, o edificador da realidade. Esta é construída, forjada no encontro incessante entre os sujeitos humanos e o mundo onde vivem” (ibid., p.12).

Segundo Duarte Jr. esse entendimento reforça a ideia de que foi pela linguagem que o homem se fez humano, que se desprendeu do seu meio ambiente, imediatamente colocado pelos seus sentidos, para pôr-se a descobrir o mundo a sua volta e emprestar-lhe significações valorativas.

O jogo e a busca de sentido existencial da vida humana

“O que torna o homem humano é, básica e decisivamente, a palavra, a linguagem. A consciência humana é uma consciência reflexiva” (Duarte Jr., 2004, p.18).

É na busca de sentido que o homem procura conhecer e jogar com os dados do mundo material, para construir uma ordem estrutural significativa para a sua existência, (Duarte Jr., 2004). Jogando, o homem rompe com o determinismo das forças naturais e constrói uma “nova” realidade, mais harmônica, sem, contudo, deixar de compreender o nível de integração ofertado nessa relação, pois “o homem iniciou sua existência ludicamente: dispondo os elementos do mundo em torno de si, numa ordem que dava sentido a sua ação – o que significou a criação da cultura”. (ibid., p.52).

Esse sentimento, a maneira como ele é expressado, simbolizado na produção material de uma comunidade e como é significado o valor desse “padrão” cultural, apresenta-se como cultura, como um elemento simbólico que desperta no homem a necessidade de uma linguagem. Para Duarte Jr. a linguagem é o cerne de qualquer comunidade humana.

Contudo, esse autor salienta que a linguagem, sua objetivação material e ação prática sobre o mundo, desenvolve-se concomitantemente. Por isto, ele diz que cada alteração civilizacional: cada novo valor, cada novo sentido construído, constitui-se num processo que leva a sociedade a reestruturar a sua cultura e construir o seu conceito de História.

Nesta perspectiva, Duarte Jr. coloca que cada indivíduo expressa um padrão contínuo de sentimento que lhe é peculiar. A isto ele chama de personalidade. Esta, se reflete no comportamento, na fala, no porte físico e no gesto de cada indivíduo, tudo isto, quando articulados entre si, produzem uma subcorrente de sentimento geral que se transforma na estrutura social maior – a cultura de um povo.

Numa análise mais aprofundada, Duarte Jr. (1988), questiona a proibição da expressividade dos sentimentos humanos pelo cartesianismo e o que foi tamponado pelo racionalismo fragmentador. Sobre isto ele fala da necessidade de uma visão totalizante dos fenômenos humanos, para desenvolver estímulos criativos de sentidos individuais em relação ao “todo” da vida. Isto é necessário para que o homem, racionalmente falando, não seja impulsionado para a lógica do crescimento ilimitado, que o cinde e o barbariza.

“A existência humana, fragmentada pela civilização racionalista, também o foi, consequentemente dentro das escolas. Ali importa mais que se adquiram determinadas habilidades, para exercê-las posteriormente na produção industrial. Importa mais que se veja o mundo como um jogo de leis estritamente científicas e lógicas. Como um campo de atuação sem fronteiras para o poderio tecnológico” (id, ibid., p.71).

Para Duarte Jr. a fundamentação estética da educação é o caminho para sanar essa fragmentação humana causada pela civilização racionalista. Essa cisão da personalidade humana, na visão do autor, deve ser combatida por uma formação educacional que permita ao educando ter “maior equilíbrio entre o sentir, o pensar e o fazer. Um equilíbrio próprio da vida quando vivida esteticamente” (id, ibid., p.71).

Arte, educação e cultura para integrar o homem fragmentado

“O ato da criação é, então, um ato proibido no mundo civilizado e tecnocrático. Apenas a criação de novas formas de ampliar os seus domínios é bem aceita; somente a produção do que possa se converter em lucro é assimilada” (ibid., p.101).

A visão da Arte, como meio instrumental, carrega uma herança cultural fortíssima do Positivismo, construída e transmitida massivamente pelo sistema educacional brasileiro, que impôs às jovens gerações pedagogias alienígenas, que não se identificavam com os valores e sentidos que emergiam das lutas e das condições reais do povo da nossa terra, como sugere Duarte Jr.:

“Nossa intelectualidade e nossas elites dirigentes, assim, formavam-se a partir de sentidos oriundos de uma cultura bem distante e distinta daquela que os escravos e as classes subalternas iam aqui forjando. Nestes termos, nossa realidade nunca se constituiu em matéria de reflexão mais acurada, já que os problemas colocados às elites derivavam sempre de sistemas de pensamento desenvolvidos em torno da vida europeia. Cavava-se um fosso entre os valores da classe dirigente e aqueles brotados de condições especificamente locais”. (ibid., p.120).

Duarte Jr. (1988), observa que o ato criador é essencialmente um processo pré-simbólico, ou pré-verbal, independe de símbolos e caminhos lógicos, o que remete tal processo como produto de uma “intuição”. Contudo, ele diz que o que afasta essa noção do ato criativo é o fato de se poder ensinar Arte, pela Arte, aprendendo novos conceitos através dos conteúdos estéticos. “[…] para que a aprendizagem e o conhecimento se deem é necessário, portanto, este pequeno ato criativo: a constituição de um sentido e de um “lugar” para o novo conceito, a partir dos conhecimentos anteriores” (ibid., p.100).

Esse autor concede à imaginação a condição de substrato do processo criador e, consequentemente, o traço fundamental do humano. Ele ainda observa que, no contexto cultural maior da sociedade técnico industrial, que acentua sobremaneira a cisão da personalidade humana, esse tipo de alienação estética desestimula a criação de sentidos individuais com relação ao “todo” da vida:

“[…] a existência humana, fragmentada pela civilização racionalista também foi, consequentemente, dentro das escolas. Ali importa mais que se adquiram determinadas habilidades, para exercê-las posteriormente na produção industrial”. (ibid., p.71).

Essa cisão acontece em detrimento de uma postura individual da autoconsciência, que permite uma maior harmonia entre o que se sente, se pensa e se faz. Tais formas perceptivas, sobre a mesma situação real, podem ser analisadas sobre vários aspectos. Vejamos pelo enfoque de Duarte Jr. acerca da realidade:

“Porém, mesmo o cotidiano não consiste num bloco monolítico de realidade: nele há também zonas mais próximas ou distantes de minha consciência. A realidade que me é mais palpável, aquela na qual tenho maior segurança, diz respeito ao mundo que se acha ao alcance de minhas mãos: mundo no qual atuo, trabalhando para alterá-lo ou conservá-lo”. (1994, p.29).

É a capacidade estético-formativa da Arte que permite ao homem alterar, positivamente, a sua realidade, pois ela modifica a sua maneira de ver o mundo. Duarte Jr. (1994, p. 33) diz que: “[…] a experiência estética solicita uma mudança na maneira pragmática de se perceber o mundo”. Schiller (1991, p. 84) fala da necessidade de finitude nos impulsos sensível e moral:

“Quando o homem é apenas forma deixa de tê-la, e com o estado nega também a pessoa. Em poucas palavras: a realidade somente pode ser-lhe exterior na medida em que ele é autônomo, e somente nesta medida ele é sensível; somente na medida em que é sensível a realidade está nele e ele é uma força pensante”.

Ele sugere que somente um ser sensivelmente atuante na realidade exterior pode tê-la interiormente e pensar nela, tê-la como objeto de análise intelectiva. Essa análise afunila-se na direção do desejo de construir um terceiro impulso humano, o lúdico – agregador e articulador dos dois outros impulsos (sensível e moral) – possibilitando conjugá-los num só tempo, pois nós humanos “jogamos há um tempo com nossa inclinação e o nosso respeito” (id, ibid., p.87).

É dessa abertura respeitosa ao outro, que poderia surgir um novo modo de ser gente no mundo civilizado, aberta para a relação ética e estética com o outro – um novo encontro. Neste, não haveria mais a relação utilitária EU-ISSO, mas, a relação humanitária EU-TU – não identificando os termos “ISSO” e “TU” necessariamente pessoas e objetos. Como evidenciou Duarte Jr. (1988) ao citar Martin Buber:

“Em EU-TU há a presença total do EU frente ao mundo e vice-versa: todas as formas possíveis de a consciência apreender o mundo estão presentes no momento dessa relação. Nesta esfera ocorre, então, a experiência estética” (1977, apud, ibid., p.90).

É nessa relação dialogal entre sujeito e objeto, sem o estigma da subordinação de um sobre o outro, que poderá surgir uma nova visão de mundo, isto, a partir da educação dos sentimentos, proporcionado pela experiência estética, como afirma Duarte Jr.:

“Esta é, então, a primeira função cognitiva, ou pedagógica, da Arte: apresentar-nos eventos pertinentes à esfera dos sentimentos, que não são acessíveis ao pensamento discursivo. Através da Arte somos levados a conhecer nossas experiências vividas, que escapam à linearidade da linguagem” (Duarte Júnior 1988, p.103).

Apresentar a Arte como um elemento libertador e articulador de conhecimentos e como um importante agente formativo, é o que busco evidenciar aqui. Sobre isto, Duarte Jr. (1988, p.32) afirma “[…] que ninguém adquire novos conceitos se estes não se referirem às suas experiências de vida […] está aberto à experiência é condição fundamental na aquisição e criação de novos significados”.

É através da experiência estética que o homem torna-se capaz de conhecer e perceber o mundo a sua volta de uma forma mais global e abrangente, do que a que se dá pelo pensamento rotineiro, interpretado pelos símbolos linguísticos. Nas palavras de Duarte Jr:

“Este é, portanto, o núcleo de nossas considerações: a Arte como forma de conhecimento humano. Isto é: através da Arte o homem encontra sentidos que não podem se dar de outra maneira se não por ela própria. Em torno desta asserção central pretendemos, pois, desenvolver o nosso problema, qual seja: a dimensão estética da educação” (id, ibid., p.16).

Para ele há um desejo de comunicação que subjaz à expressividade linguística. O esforço de comunicar, através de palavras, aquilo que se sente, revela a dicotomia entre o dito e o vivido, descrita por ele na afirmação: “[…] estamos frente à tendência “esquizóide” de nossos tempos: a dicotomia entre o falar e o fazer, entre o pensar e o agir, entre o sentir e o atuar” (id, ibid., p. 18).

Essa tendência não se restringe, apenas, a determinadas áreas de atuação do homem dentro da sociedade, pelo contrário, ela se sobrepõe a tudo e se expande para além das fronteiras do conhecimento cartesiano, o qual tem dificuldade de articular seus conceitos racionalizados sobre a vida e às práticas cotidianas.

É o conhecimento estético acerca da vida, das relações que perpassam as experiências humanas, na descoberta e apreensão dos objetos, que pode ser revelada a essência da beleza. Duarte Jr. (2003, p. 45): “[…] a beleza habita a relação. A relação que um sujeito (com uma determinada percepção) mantém com um objeto”.

Sobre isto, Schiller (1991, p.100) diz: “Pela beleza o homem sensível é conduzido à forma e ao pensamento; pela beleza o homem espiritual é reconduzido à matéria e recupera o mundo sensível”. Evidencia-se aqui, uma outra dimensão humana, fundamental na fruição do belo: a espiritualidade. Há uma confluência epistemológica entre a experiência da beleza em Duarte Jr., Schiller e a experiência telúrica concebida por Boff (1999). Há um ponto convergente nesses discursos – a capacidade de afetar-se sensivelmente por estas experiências.

Lendo esses teóricos percebi a importância da educação dos sentimentos para o encontro multidimensional entre o homem integral e a vida. Educação, esta, que na concepção deles, pode ser trabalhada pela perspectiva da Arte, através de uma formação estética.

Referências:

BOFF, Leonardo. Ética e moral: a busca dos fundamentos. – Petrópolis, RJ: Vozes, 2003.

_____ Saber cuidar: ética do humano – compaixão pela terra. – Petrópolis, RJ: Vozes, 1999.

DUARTE JÚNIOR, João Francisco. Fundamentos estéticos da educação. – 2. ed. – Campinas, SP: Papirus, 1988.

______ O que é beleza: (experiência estética). – São Paulo: Brasiliense, 2003. – (Coleção primeiros passos; 167).

______ O que é realidade. – São Paulo: Brasiliense, 2004. – (Coleção primeiros passos; 115).

LYRA, Pedro. Utiludismo: a sociedade da Arte. – 2. ed. rev. – Fortaleza: Edições UFC, 1982.

PAZ, Ronilson José da Et al. Fundamentos, reflexões e experiências em educação ambiental. – João Pessoa: Ed. Universitária / UFPB, 2006.

SCHILLER, Friedrich. Cartas sobre a educação estética da humanidade. – São Paulo: Editora Pedagógica e Universitária LTDA – EPU, 1991.

 

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